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União Brasil destina mais de R$ 700 mil a Ieda Chaves e candidatos negros e pardos, menos de 10% desse valor

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Via Painel Político

Um velho ditado árabe diz que os juros deixam os ricos mais ricos e os pobres mais pobres. Esse mesmo raciocínio parece também se aplicar ao fundo eleitoral, que teria por princípio o raciocínio exatamente inverso: equilibrar economicamente o pleito, distribuindo-se os recursos entre os candidatos com critério objetivo e livre de compadrismos e outros vínculos não-republicanos.

De acordo com os dados disponibilizados no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há grandes disparidades na distribuição aos candidatos das verbas oriundas do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (FEFC). O União Brasil, partido criado com a fusão do Democratas (DEM) e do Partido Social Liberal (PSL) se destaca nesse aspecto: enquanto a primeira-dama de Porto Velho, Ieda Chaves,
candidata a deputada estadual, foi contemplada pelo partido com mais de R$ 700 mil, coube a outra estreante nas urnas, Iza Celesti, de cor preta, apenas um décimo disso, tendo que se virar em sua campanha com apenas R$ 76.725,00.

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