Acompanhante de luxo desaparecida em São Paulo é encontrada presa em complexo penitenciário na França
De angústia familiar a revelação internacional: O caso de Amanda Alves Moreira gera alívio e preocupações sobre redes criminosas

A família da curitibana Amanda Alves Moreira, de 26 anos, viveu dias de desespero após o sumiço da jovem em São Paulo, no final de outubro. O que começou como um desaparecimento misterioso em um hostel na região metropolitana da capital paulista ganhou um desfecho surpreendente e preocupante: Amanda foi localizada presa no Centro de Detenção de Fleury-Mérogis, um dos maiores complexos penitenciários da Europa, situado na Região Metropolitana de Paris, na França. A notícia, confirmada pelo Consulado-Geral do Brasil em Paris, trouxe alívio imediato aos parentes, mas também levanta indagações sobre as circunstâncias que levaram a jovem ao exterior e à detenção.
Amanda desapareceu no dia 24 de outubro de 2025, após deixar sozinha um hostel em Guarulhos, cidade vizinha ao Aeroporto Internacional de São Paulo. A jovem havia viajado do Paraná com uma mala rosa e, desde então, não deu mais sinal de vida no Brasil. A mãe de Amanda, que viajou de Curitiba para São Paulo para acompanhar as buscas intensas, descreveu o período como “um pesadelo interminável”. Imagens de câmeras de segurança capturaram a jovem passando pela região de Campo Grande, na zona sul da capital paulista, o que levantou a hipótese de que ela havia seguido para o exterior logo em seguida.
O paradeiro definitivo só foi revelado mais de uma semana após a detenção, quando o consulado brasileiro foi notificado pelas autoridades francesas. Em uma mensagem enviada pela equipe consular, Amanda pediu que tranquilizassem a família e informou que deve comparecer a julgamento em breve. No entanto, a jovem ainda não tem autorização para realizar ligações telefônicas, o que mantém a família em suspense quanto a detalhes pessoais. A mãe de Amanda, ao receber a confirmação, relatou um misto de alívio e preocupação: “Graças a Deus ela está viva, mas queremos entender o que aconteceu”.
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