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Auditoria revela “achados relevantes” e leva STF a autorizar nova investigação da PF sobre operações do BRB

Relatório de auditoria independente enviado à PF e ao Banco Central motivou abertura de novo inquérito autorizado pelo STF, com apuração sobre possíveis prejuízos bilionários ao banco público do DF

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A Polícia Federal (PF) abriu um novo inquérito para investigar suspeitas de gestão fraudulenta no Banco de Brasília (BRB), instituição financeira controlada pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A apuração se soma às investigações em curso sobre a tentativa de aquisição do Banco Master e sobre transações envolvendo carteiras de crédito que teriam gerado prejuízos significativos ao banco público.

A abertura do novo procedimento foi autorizada pelo relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Dias Toffoli, e o processo foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) para as providências cabíveis. A informação foi inicialmente divulgada pela colunista Miriam Leitão, do jornal O Globo, e confirmada por fontes com acesso aos autos.

Relatório forense e “achados relevantes”

Em nota oficial, o BRB informou que a primeira etapa da auditoria independente contratada pela instituição apresentou “achados relevantes”. O relatório preliminar, elaborado pelo escritório Machado & Meyer com suporte técnico da consultoria Kroll, foi entregue à Polícia Federal em 29 de janeiro de 2026 e, no dia seguinte, ao Banco Central do Brasil.

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