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Brasil considera taxar plataformas digitais em resposta a possíveis tarifas de Trump sobre aço

Governo Lula avalia implementação de "digital tax" como contramedida às tarifas de 25% sobre aço e alumínio anunciadas pelos EUA, embora Haddad negue planos imediatos

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Photo by Alexander Shatov on Unsplash

O governo brasileiro está considerando a implementação de uma taxa sobre plataformas digitais norte-americanas como resposta estratégica à possível imposição de tarifas sobre aço e alumínio pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A medida surge como reação ao anúncio de Trump de elevar em até 25% as tarifas sobre esses metais, afetando diretamente o Brasil, que é o segundo maior exportador de aço para os EUA.

O impacto potencial é significativo para o setor siderúrgico brasileiro, considerando que 48% das exportações de aço do país são destinadas ao mercado norte-americano, totalizando US$ 5,7 bilhões em 2024.

Embora o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tenha negado publicamente a informação sobre a taxação das empresas de tecnologia, fontes do governo indicam que algum tipo de resposta será necessária. A chamada "digital tax" está sendo considerada como uma opção estratégica por diversas razões:

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