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Cármen Lúcia também pensa sobre aposentadoria antecipada no STF: Legado e desafios em meio a tensões institucionais

Após a saída de Barroso, Ministra confidencia a aliados preocupações com estresse e sanções internacionais – O que isso significa para o equilíbrio da Corte?

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Os corredores do Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília voltaram a fervilhar com especulações sobre uma possível renovação na composição da Corte. Segundo reportagem exclusiva do jornalista Cláudio Dantas, publicada em seu portal há três dias, a ministra Cármen Lúcia, cuja aposentadoria compulsória está prevista para 2029, confidenciou a pessoas próximas que estuda a hipótese de deixar o tribunal antes do prazo.

A reflexão, inspirada na recente despedida do ministro Luís Roberto Barroso – que anunciou sua saída em outubro de 2025, após oito anos do limite etário –, seria motivada principalmente pelo desgaste emocional acumulado em quase duas décadas de atuação na mais alta instância do Judiciário brasileiro.

Fontes próximas à ministra, ouvidas pelo portal de Dantas, destacam que Cármen Lúcia tem recorrido a práticas espirituais alternativas para lidar com o estresse, como o Reiki, uma técnica integrativa que utiliza a imposição das mãos para promover o equilíbrio entre corpo e mente. O contexto internacional agrava as preocupações: assim como Barroso, a ministra teve seu visto americano revogado pela Casa Branca, e teme sanções adicionais sob a Lei Magnitsky, que já impactaram o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa. “Por não ter planos de se mudar para o exterior, a ministra estaria preocupada com eventuais impactos financeiros caso medidas similares fossem aplicadas a ela”, conforme relata a matéria.

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