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CFM cobra investigação rigorosa sobre intoxicações por metanol em bebidas adulteradas em São Paulo

Alerta para fiscalização urgente: Três mortes confirmadas e suspeitas de envolvimento do crime organizado exigem ação imediata das autoridades

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Em meio a uma série de casos graves de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas falsificadas, o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran Gallo, emitiu uma nota pública nesta terça-feira (30 de setembro de 2025) cobrando das autoridades uma apuração rigorosa das responsabilidades. Os episódios, concentrados na capital paulista e na Grande São Paulo desde junho, já resultaram em três mortes confirmadas e pelo menos dez internações, afetando pessoas de diferentes perfis sociais – de jovens em adegas periféricas a frequentadores de bares em bairros nobres como os Jardins.

A crise, que ganhou repercussão nacional, expõe falhas na cadeia de fiscalização de produtos e levanta suspeitas de ligações com o crime organizado, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo entidades empresariais.

Os incidentes começaram a ser reportados com maior intensidade em agosto, quando quatro jovens – dois homens e duas mulheres – passaram mal após consumir gim comprado em uma adega na Cidade Dutra, zona sul de São Paulo, no dia 30 de agosto. Um deles, um rapaz chamado Rafael (sobrenome não divulgado), permanece em coma há mais de um mês no Hospital do Campo Limpo.

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