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União pede 'metade do governo' para ceder comando a Marcos Rocha; Silvia Cristina diz que comando do Progressistas 'não foi no tapetão'; Facer quer evitar isolamento de Guajará-Mirim

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Metade do governo

O governador Marcos Rocha vem trabalhando firme no sentido de assumir o comando do União Brasil no Estado, e entre suas idas e vindas a Brasília, recebeu uma proposta que seria uma espécie de ‘tudo ou nada'. O comando nacional da legenda quer espaço no governo de Rocha e o preço para que ele assuma o comando, seria entregar ao partido, pelo menos metade dos cargos no governo, incluindo algumas secretarias importantes. É um preço alto, mas é a proposta que está na mesa.

Nessa altura

Pode até ser que Rocha aceite, afinal, ele quer disputar uma cadeira no Senado e ter o comando da legenda no Estado seria uma garantia de vaga. Caso não consiga o partido, Rocha fica à mercê de lideranças, que também vão cobrar um preço alto. Se ele vai topar, é outra questão, mas não tem muito a perder. Rocha tem pela frente pouco tempo, já que prazo para desincompatibilização é de seis meses antes das eleições do ano que vem.

Rocha e União, “ou tudo ou nada”

O que resta

É gerenciar os próximos 14 meses de seu governo, e neste prazo ele precisa cumprir uma de suas mais importantes promessas de campanha, a solução para o Pronto Socorro João Paulo II. Construir neste espaço de tempo está fora de questão, mas comprar uma unidade privada para amenizar a dramática situação e deixar para que seu sucessor construa o Heuro, é a alternativa mais sensata.

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