Coluna - No cenário de sucessão de Rocha, Marcos Rogério é quem leva a melhor
Rocha não consegue o controle do União Brasil; Confúcio pode vir a governo e quer eleger ao menos dois federais em 2026

Deu ruim
O governador Marcos Rocha perambulou por Brasília esta semana para tentar tomar o controle do União Brasil no Estado, mas o plano não deu muito certo. A legenda é presidida por Júnior Gonçalves, seu ex-Chefe da Casa Civil até 2027 e vai ficar com ele. Rocha chegou a conversar com parte da bancada, entre eles, a deputado Cristiane Lopes, para buscar apoio em sua empreita. A parlamentar rejeitou a idéia. O UB tem atualmente quatro deputados federais em Rondônia, além de Lopes, Lebrão, Maurício Carvalho e Fernando Máximo.

Candidato único
Rocha queria do partido, o compromisso dele ser o único candidato da legenda ao Senado, mas foi informado que isso também não vai acontecer. O UB pretende lançar dois nomes ao Senado e o máximo possível de candidatos a deputado federal, já que nos planos da legenda, está em se tornar o maior partido no Congresso, atualmente o PL detém a maior bancada com 92 deputados contra 59 do UB. No Senado, o UB tem 7 cadeiras e o PL 14, entre eles, Bagattoli e Marcos Rogério. Portanto, para a legenda, interessa ter o maior número de eleitos em 2026.
Com isso
Rocha tem duas alternativas, ou compõe com Júnior Gonçalves e vai para a disputa com um segundo candidato, ou muda de partido para tentar garantir candidatura única. E conseguir um partido, nessa altura do campeonato, é bem mais difícil.
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