Coluna - Precisamos falar sério sobre o Tribunal de Contas de Rondônia...
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Dando exemplo
O Tribunal de Contas de Rondônia vem dando um baile nos quesitos ‘fiscalização e atuação’. Levantamento feito através da ferramenta Marco de Medição de Desempenho dos Tribunais de Contas — ciclo 2024, o TCE de Rondônia é motivo de orgulho, alcançando 93% dos critérios avaliados no levantamento, referente ao ciclo de 2024. Nessa plataforma, Rondônia ganhou até do Tribunal de Contas da União (TCU) com pelo menos 10 pontos a frente. Essa. avaliação não é apenas uma ‘votação'. O manual técnico que faz essa avaliação, possui 157 páginas (veja aqui) e estabelece critérios rigorosos de avaliação. O segundo lugar ficou com o TCE de Santa Catarina, que vai ter que pedalar muito para chegar próximo à pontuação do TCE de Rondônia.
Uma longa estrada
Quem se der ao trabalho de puxar pela memória, vai lembrar que o TCE-RO já foi motivo de vergonha, palco de escândalos e era sinônimo de nepotismo e ‘emprego para quem não queria trabalhar'. Mas sucessivas gestões, iniciadas a partir de Euler Potiguar, sucedido por Edilson Silva, Paulo Curi e agora Wilber Coimbra, transformaram o TCE em motivo de orgulho. AQUI, um resumo do Marco de Medição.

Botando para trabalhar
E desde que assumiu o comando do TCE, Wilber Coimbra acelerou ainda mais esse ritmo, coordenando e por vezes estando ‘in loco', o TCE passou a fiscalizar unidades de saúde, ampliou a quantidade de processos e deu celeridade aos mesmos, não deixando nada para trás. Isso construiu uma obrigação de fazer por parte do Ministério Público, que por exemplo, neste carnaval, também partiu para fiscalizar unidades de saúde, calcanhar de Aquiles do governo Rocha, e alvo de quase 90% da população.
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