COVARDIA E OPORTUNISMO: Novo padre de Fernando de Noronha usa judiciário para despejar hospedaria que mantém projeto sócio-cultural e família instalada na Casa Paroquial desde a década de 60
Com apoio do arcebispo Paulo Jackson, eles usaram um relatório informal que foi contestado pela própria autora, uma assistente social que se disse 'surpresa' com uso indevido do documento

Resumo
O artigo aborda a polêmica envolvendo o padre Weslley de Souza e o arcebispo Paulo Jackson Nóbrega de Souza, que utilizaram meios judiciais para despejar a hospedaria e restaurante que além de atender o público, desenvolve projetos sócio-cultural, o restaurante e hospedaria Muzenza, instalado no Casarão, também conhecida como antiga Casa Paroquial em Fernando de Noronha (a igreja nunca usou o imóvel para padres residentes). A ação gerou conflitos com a comunidade local, que desmentiu as alegações de ‘ausência de moradores’ (até uma criança de 3 anos residia no local), destruição e abandono do imóvel. O caso expõe um embate entre interesses institucionais e os direitos históricos da família fundadora da primeira pousada da ilha e primeiro restaurante agregando o projeto sócio-cultural Muzenza e que tem a posse há décadas e que cuida do casarão que é um patrimônio cultural da ilha.
Pontos-Chave
O padre Weslley de Souza chegou a Fernando de Noronha e iniciou um processo para despejar o projeto cultural Muzenza, alegando destruição do patrimônio e desvio de finalidade na Casa Paroquial.
O Muzenza era um projeto sócio-cultural que promovia atividades culturais, funcionava como restaurante e hospedaria, sendo um ponto de encontro de moradores e turistas.
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