Cultura, poder e mercado: Quando o sinal fica mais importante que o fato
Por Amadeu Guilherme Lopes Machado*

Eu aprendi algo ao longo da minha trajetória, primeiro no Direito, depois no mercado financeiro: o mercado não reage apenas a fatos. Ele reage a sinais.
O Brasil já enfrentou escândalos profundos revelados pela Operação Lava Jato. Já viu julgamentos históricos no Supremo Tribunal Federal e disputas eleitorais decididas no Tribunal Superior Eleitoral.
Aprendemos, muitas vezes, da forma mais dura, que instabilidade institucional cobra preço.
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