Desembargador rondoniense Gilberto Barbosa defende o uso de IA no Judiciário, sem que substitua o magistrado
Para Gilberto Barbosa, presidente do Colégio Permanente de Corregedores, a ferramenta "ajuda bastante" em demandas que não "demandam maior complexidade"

O desembargador Gilberto Barbosa, que assumiu na última quinta-feira, 20, a presidência do Colegio Permanente de Corregedoras e Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justica do Brasil (CCOGE), defende o uso da inteligência artificial (IA) por parte do Poder Judiciário. Na opinião dele, a ferramenta é “muito importante” e “ajuda bastante”, mas que é preciso responsabilidade para usá-la.
“Nós temos ferramentas lá no nosso Poder Judiciário, em que pese ser da região Norte, isso me orgulha bastante, o estado de Rondônia, com um Judiciário pequeno, nós temos um sistema de ferramentas tecnológicas muito avançado. [...] Ela é muito importante, sim, mas é preciso que o magistrado também aprenda a trabalhar com essa ferramenta”, explicou o magistrado.
Barbosa foi entrevistado pelo jornal Correio Braziliense nesta sexta-feira. Assista a entrevista:
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