Eleição de 2024 pode deixar Hildon e Mariana inelegíveis em 2026
Diversas ações referentes a publicidade institucional, abuso de poder político e milhares de reais em multas

O processo eleitoral encerrou, mas as ações que tramitam na justiça eleitoral não encerraram, e podem render grandes dores de cabeça, uma pequena fortuna em multas e até inelegibilidade ao atual prefeito Hildon Chaves e a candidata derrotada Mariana Carvalho. Ambos miram cargos públicos em 2026, mas correm o risco real de amargarem o ostracismo político pelos próximos anos.
Durante o processo eleitoral, a campanha de Léo Moraes, cujo jurídico foi capitaneado pelo advogado Nelson Canedo, protocolou (e obteve resultados positivos) em dezenas de ações. Algumas delas podem render dores de cabeça até mesmo ao presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, deputado Marcelo Cruz, que também integrou o staff da campanha de Mariana Carvalho.
Ações por produção de fake news, distribuição de combustíveis, uso da máquina pública e propaganda institucional tramitam na justiça eleitoral e os resultados não devem demorar para aparecer, mesmo com recursos já em tramitação.
Durante o primeiro e segundo turno, a campanha de Léo Moraes sofreu ataques com montagens de vídeos grosseiras, alianças inexistentes, acusações de uso da segurança pública e até uma suposta distribuição de dinheiro, além de ataques pessoais. Todo o material distribuído foi reunido e ações foram protocoladas. O resultado é uma teia de processos que rendem pesadas multas e em alguns casos a inelegibilidade, caso sejam comprovadas que elas partiram dos aliados de Mariana.
No segundo turno os ataques intensificaram, e praticamente todos os dias a coordenação jurídica da campanha de Moraes ingressava com pedidos de retirada de vídeos e postagens em redes sociais.
De acordo com o advogado Nelson Canedo, os processos serão mantidos e por mais que a campanha de Moraes tenha sido vencedora, as práticas adotadas pelos adversários precisam ser coibidas para evitar a repetição em outras disputas, "nós atuamos dentro da legislação, evitamos ataques, tratamos o processo eleitoral com o respeito que os eleitores merecem. A classe política precisa entender que eleição não é terra de ninguém, as regras existem e precisam ser respeitadas", afirmou.
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Um panorama das ações judiciais envolvendo as campanhas de Léo Moraes e Mariana Carvalho durante as eleições de 2024:
Intensificação das Ações Judiciais:
A campanha de Léo Moraes, através do advogado Nelson Canedo, protocolou dezenas de ações durante o processo eleitoral
As ações abrangeram diversos temas, incluindo fake news, distribuição de combustíveis, uso da máquina pública e propaganda institucional
Principais Acusações:
Durante o primeiro e segundo turno, a campanha de Léo Moraes denunciou:
Montagens de vídeos consideradas grosseiras
Divulgação de alianças inexistentes
Acusações falsas sobre uso da segurança pública
Alegações de distribuição de dinheiro
Ataques pessoais
Resultados Judiciais Mistos:
Houve algumas derrotas judiciais para Léo Moraes, com rejeição de certas ações pela Justiça Eleitoral
A Justiça chegou a desqualificar algumas acusações apresentadas pela campanha do Podemos
Intensificação no Segundo Turno:
Os ataques se intensificaram significativamente durante o segundo turno
A coordenação jurídica da campanha de Moraes precisou fazer pedidos quase diários de retirada de conteúdo das redes sociais
Consequências Potenciais:
As ações podem resultar em:
Multas significativas
Possível inelegibilidade para os envolvidos
Impactos nas pretensões políticas para 2026
Posicionamento da Defesa:
O advogado Nelson Canedo afirmou que os processos serão mantidos mesmo após a vitória de Léo Moraes
O objetivo declarado é coibir práticas irregulares em futuras disputas eleitorais
A campanha afirma ter atuado dentro da legislação, evitando ataques pessoais
Cenário Pós-Eleição:
Mariana Carvalho, após sua derrota, também apontou ter sido vítima de fake news durante a campanha
O processo eleitoral foi marcado por acusações mútuas e intensa judicialização
As informações apresentadas mostram um processo eleitoral altamente judicializado, com potenciais consequências que podem se estender além do período eleitoral, afetando inclusive as pretensões políticas futuras dos envolvidos.
