Painel Rondônia

Em meio ao caos de Rondônia com seca e fumaça, secretário de Meio Ambiente diz que governo 'está reduzindo reservas'

Marco Antonio Ribeiro de Menezes Lagos afirmou que 'seria desumano criar reservas na região de Guajará-Mirim'

Compartilhar: WhatsApp X LinkedIn

A fumaça cobre os céus de Rondônia há pelo menos dois meses. As cidades lembram cenários de filmes pós-apocalípticos, um laranja fosco incorporou-se ao cotididano dos rondonienses. Postos de saúde lotados com idosos e crianças apresentando sérios problemas respiratórios e o calor que se forma devido ao efeito estufa provocado pela fumaça, torna o dia a dia desafiador. Além da saúde, outra dor que a população sentirá é no bolso, já que viver sem ar condicionado é praticamente impossível.

O pesadelo se torna mais real quando o portovelhense observa o Rio Madeira seco, com menos de 60 centímetros de profundidade, um areal que lembra paisagens de deserto. Com decreto de emergência em diversas cidades, Rondônia caminha para a desertificação à médio prazo e as projeções não são animadoras. Pesquisadores informam que a seca deve perdurar por pelo menos mais dois meses (saiba mais sobre o Rio Madeira abaixo).

E grande parte da responsabilidade pelo desastre ambiental que está ocorrendo no Estado se deve ao Governo de Marcos Rocha (UB), que em 2021 aprovou a lei que reduziu cerca de 167 mil hectares de áreas de reservas extrativistas em Rondônia.

Continue lendo

Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Por menos de um café por semana, leia sem limites.

Assinar agora — R$19,90/mêsJá sou assinante — Entrar