Radar do Judiciário

Empresa denunciada por corrupção tenta manobra com TCE para assumir a coleta de resíduos na capital

Escândalo envolvendo Amazon Fort expõe pressões e irregularidades no contrato de resíduos sólidos em Porto Velho

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No mesmo dia em que a Polícia Civil de Florianópolis indiciou os proprietários da Amazon Fort por corrupção e fraude em licitações, o Tribunal de Contas de Rondônia pressionava a Prefeitura a assinar contrato emergencial com a empresa para gerenciar os resíduos da cidade. A Câmara já havia barrado a manobra.

A Polícia Civil de Florianópolis indiciou os empresários Carlos Antônio de Souza e Yuri Vieira de Souza, sócios da empresa Amazon Fort, por crimes de corrupção ativa, fraude em licitações públicas e pagamento de propina a ex-secretários municipais. O inquérito concluiu que o grupo teria repassado cerca de R$ 500 mil em vantagens indevidas para garantir contratos de resíduos sólidos na capital catarinense.

O indiciamento foi formalizado na sexta-feira (4), mesma data em que o Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO) emitiu parecer pressionando a Prefeitura de Porto Velho a assinar contrato emergencial com a Amazon Fort para gerenciar, em caráter emergencial, a coleta de resíduos da capital, que não foi acatada pelo prefeito.

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