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Fux nega habeas corpus e mantém Daniel Silveira preso: decisão reforça súmula do STF; veja a íntegra da decisão

Uma barreira jurídica: por que o pedido de prisão domiciliar foi rejeitado?

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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o habeas corpus apresentado pela defesa do ex-deputado Daniel Silveira, que solicitava a transferência para prisão domiciliar devido a supostas complicações pós-operatórias.

A decisão, publicada em 4 de agosto de 2025, foi fundamentada na Súmula 606 do STF, que impede a impetração de habeas corpus originário contra atos de ministros, turmas ou do plenário da própria Corte. Este caso reacende debates sobre os limites de recursos judiciais no âmbito do STF e a situação de Silveira, preso por decisão do ministro Alexandre de Moraes em investigações relacionadas a ataques às instituições democráticas.

Contexto da decisão e argumentos da defesa

Daniel Silveira, ex-deputado federal, foi condenado por ameaças a ministros do STF e por incitar a violência contra as instituições democráticas. Desde sua prisão, a defesa tem buscado alternativas para suavizar o cumprimento da pena, alegando questões de saúde. No pedido de habeas corpus rejeitado por Fux, os advogados argumentaram que Silveira necessitava de cuidados médicos intensivos após uma cirurgia, o que justificaria a transferência para prisão domiciliar. Além disso, pediram uma análise urgente do procurador-geral da República, destacando a gravidade do estado de saúde do ex-parlamentar.

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