Indígena de Rondônia enfrentou preconceito para cursar faculdade de biomedicina
Via Painel Político

“Preconceito na faculdade a gente enfrenta sim. Por ser indígena, talvez algumas pessoas não aceite a gente tão fácil. Eu tive que lutar e seguir em frente”, diz Tonica Suruí, hoje biomédica.
Casada com um professor indígena, mãe de uma criança de 3 anos de idade, morando hoje na cidade de Jaru (terra indígena Uru Eu Wau Wau, aldeia Jaru), distante 543 quilômetros de Porto Velho, RO, a índia Tonica Homangadje Surui, 28 anos, enfrentou muitas dificuldades para concluir o curso superior de biomedicina em uma faculdade particular da Capital. O nome dela significa: conquista de uma mulher.
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