Poder e Bastidores

Inelegível, Carlos Magno reclama de ter sido rifado no Podemos e começa ‘lêlêlê’ de ‘ter sido traído’

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Via Painel Político

O ex-deputado federal Carlos Magno foi rifado de ser candidato no Podemos, onde está filiado. E a decisão, acertada da legenda, se baseia no fato de Magno estar inelegível por condenação criminal decorrente da Operação Dominó, quando ele foi preso acusado de desvio de verbas no gabinete do ex-deputado de Ouro Preto do Oeste Amarildo, indicando “pessoas fantasmas” para os cargos comissionados apenas para apropriar-se dos vencimentos, considerando não haver contraprestação de serviço. 

Magno foi condenado na Ação Penal n. 0004026-82.2015.822.0501, que teve trânsito em julgado e ele ficou com os direitos políticos suspensos, o que gera a ausência de elegibilidade, uma vez que não tem como votar nem ser votado.

Já a inelegibilidade de Magno é decorrente da condenação pelo Tribunal de Justiça em 16 de junho de 2016. Nesse caso, somente depois de 8 após o cumprimento da pena é que Magno poderia disputar eleição. O MPE alerta que mesmo que tenha acontecido a prescrição da pretensão punitiva, como trata-se de efeitos secundários, a inelegibilidade permanece, no caso, até 2024.

O tumulto que o ex-deputado tenta provocar com alegações de traição não passa de lêlêlê para tentar criar um fato político.

Querer disputar é um direito dele. Negar o registro a um ex-parlamentar condenado por crime de corrupção é um dever da Justiça Eleitoral.

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