Juros altos, caixa vazio: quando a macroeconomia começa a quebrar empresas
Por Amadeu Guilherme Lopes Machado*

O Brasil convive há alguns anos com uma realidade difícil de ignorar: juros estruturalmente elevados.
Em parte, isso é consequência direta de um problema macroeconômico recorrente. A combinação de déficits fiscais persistentes, aumento da dívida pública e inflação frequentemente pressionada, acaba exigindo uma política monetária restritiva. O resultado é um ambiente em que o custo do dinheiro permanece elevado por longos períodos.
Para o sistema financeiro juros altos podem significar rentabilidade. Para o investidor conservador podem representar retornos atrativos em renda fixa.
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