Justiça eleitoral nega pedido de Cassol para retirar vídeos de Marcos Rocha em igreja e participar de eventos religiosos
Via Painel Político

O ex-senador Ivo Cassol, candidato ao governo, ingressou na Justiça Eleitoral alegando que o governador Marcos Rocha, que disputa a reeleição, “promoveu verdadeira propaganda eleitoral ilícita em bem particular de uso comum de grande capacidade de pessoas, abusando do poder, dos meios de comunicação e praticando conduta vedada nas dependências do grande templo denominado Catedral da igreja Universal do Reino de Deus” em Porto Velho.
Ainda de acordo com a representação, além de estar a propaganda eleitoral irregular em espaço de bem comum, houve também abuso dos meios de comunicação, abuso de autoridade e conduta vedada, pois o governador Marcos Rocha foi chamado para receber a oração e ser abençoado“.
Na peça, Ivo Cassol pede que a justiça proíba Marcos Rocha de utilizar a estrutura de quaisquer igrejas e templos religiosos (de qualquer denominação) para promover seus atos de campanha, em especial realizar propaganda eleitoral massiva e totalmente proscrita em lei, aplicando-se multa em caso de descumprimento. Cassol pediu ainda a retirada dos vídeos que estão nas redes sociais onde Rocha aparece em eventos nas igrejas.
Mas, o juiz Áureo Virgílio Queiroz não acatou os argumentos de Cassol. Em sua decisão, o magistrado afirma que não estão presentes os requisitos para sustentar a liminar postulada. O magistrado disse ainda em seu despacho que os vídeos indicados por Cassol não correspondem aos fatos citados na peça, ou seja, Rocha estava no evento como governador, junto a dezenas de outras autoridades, e não em campanha eleitoral.
Veja a íntegra da decisão:
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