Marcos Rocha quer enterrar mais uma cabeça de burro no setor de saúde de Rondônia
Rocha está na verdade, ‘uberizando’ a responsabilidade que lhe cabe

A expressão 'enterrar cabeça de burro' tem origem na superstição de que enterrar a cabeça de um burro, ou jumento, em um terreno pode trazer má sorte e infortúnios, especialmente em empreendimentos. Em Rondônia, ao que tudo indica enterraram uma manada inteira desses animais no setor de saúde.
Do fracasso das reformas dos hospitais, ao fiasco retumbante da construção do Hospital de Emergências e Urgências de Rondônia, o ‘finado’ Heuro, a coisa só piora.
E como miséria pouca é bobagem, o governador decidiu pela saída mais fácil, queimar o dinheiro da população terceirizando a gestão hospitalar, ao custo de R$ 500 milhões. O processo está em fase de licitação pública, com contestações em andamento.
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