Poder & Bastidores

Milei enfrenta denúncias de corrupção e alega 'perseguição política'; pesquisa aponta que popularidade despencou

Áudios vazados apontam supostas coimas envolvendo assessor presidencial e laboratórios; governo fala em "operação política". O que você acha disso?

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Um novo escândalo sacode os bastidores do governo argentino, envolvendo a Agência Nacional de Discapacidad (ANDIS) e figuras próximas ao presidente Javier Milei. Áudios vazados do ex-titular da ANDIS, Diego Spagnuolo, mencionam supostos esquemas de corrupção, incluindo a exigência de aportes financeiros de laboratórios farmacêuticos para garantir contratos com o Estado. Entre os nomes citados estão Eduardo “Lule” Menem, assessor presidencial, e Karina Milei, secretária geral da Presidência e irmã do presidente.

Após dias de silêncio, o governo parece ter encontrado uma estratégia para lidar com a crise: classificar as denúncias como uma "operação política" orquestrada pelo kirchnerismo, especialmente às vésperas das eleições na província de Buenos Aires, marcadas para 7 de setembro.

Reações oficiais: "Uma operação monumental"

Eduardo “Lule” Menem, em um comunicado publicado em sua conta no X (antigo Twitter), foi categórico ao negar qualquer envolvimento nas contratações da ANDIS. Ele classificou as acusações como uma tentativa de manchar a imagem do governo. Nas palavras do assessor: “Jamás tuve intervención de ningún tipo en las contrataciones del Andis. Ni de manera formal ni de manera informal.”

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