Painel Rondônia

Morte de gestante expõe falhas da terceirização hospitalar em Rondônia

Deputado Alan Queiroz denuncia fracasso do "modelo de gestão" após grávida morrer durante transferência na BR-364; caso reacende debate sobre privatização do João Paulo II

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Em um pronunciamento contundente na Assembleia Legislativa de Rondônia nesta terça-feira (22), o deputado estadual Alan Queiroz (Podemos) expôs as graves falhas no sistema de saúde terceirizado de Vilhena, após a morte de uma gestante que precisou ser transferida para Porto Velho devido à falta de atendimento especializado.

O caso, que resultou em quatro óbitos na última semana, coloca em xeque o modelo de gestão terceirizada implementado há aproximadamente dois anos pela Santa Casa de Misericórdia de Chavantes no Hospital Regional de Vilhena - justamente o mesmo formato que o governo estadual pretende replicar no Hospital João Paulo II, em Porto Velho.

"Se essa terceirização dos serviços é tão boa, por que essa paciente não foi atendida em Vilhena? Se era uma gestão eficiente, se era referência, por que ela teve que ser removida para Porto Velho, onde, segundo o próprio governo, o serviço ainda é precário?", questionou Queiroz durante seu pronunciamento.

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