Mudanças nas bancadas do Senado em 2026 reposicionam forças políticas no último ano da legislatura
Reconfiguração das bancadas reflete migrações partidárias, posse de suplentes e movimentações políticas às vésperas de um ciclo eleitoral decisivo para o futuro do Senado

O Senado Federal inicia 2026 com uma correlação de forças distinta da observada no mesmo período de anos anteriores. O Partido Liberal (PL) começa o último ano da atual legislatura como a maior bancada da Casa, reunindo 15 senadores — um a mais do que no início de 2025 — e assume a liderança numérica que vinha sendo ocupada pelo Partido Social Democrático (PSD) desde 2023.
Na sequência, o PSD aparece como a segunda maior bancada, com 14 parlamentares, após perder uma cadeira em relação ao ano anterior, quando somava 15 senadores. Em terceiro lugar permanece o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que também registra redução e passa a contar com 10 integrantes. Completam o grupo das cinco maiores bancadas o Partido dos Trabalhadores (PT), com 9 senadores, e o Progressistas (PP), com 7.
A alteração no ranking das bancadas vai além de uma simples troca de posições entre partidos. A chamada “dança das cadeiras” reflete uma série de movimentações ao longo de 2025, envolvendo filiações, desfiliações e a posse de suplentes em vagas de titulares — processos previstos no funcionamento do sistema político e que costumam se intensificar em períodos pré-eleitorais.
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