Reviravolta no Caso Gritzbach: investigação aponta policiais civis como possíveis mandantes do assassinato
Força-tarefa descarta participação direta do PCC e foca em possível retaliação de agentes da lei

Em uma surpreendente reviravolta nas investigações do assassinato do empresário e delator Antonio Vinícius Gritzbach, ocorrido em novembro de 2024 no Aeroporto Internacional de Guarulhos, a força-tarefa responsável pelo caso agora aponta policiais civis como possíveis mandantes do crime, descartando a participação direta do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Novos desdobramentos
A investigação, que já se estende por quase três meses, revelou uma complexa teia de conexões envolvendo agentes da lei. Um dos principais personagens é o delegado Fabio Baena, preso pela Polícia Federal em dezembro de 2024. Baena, que investigava o PCC, é apontado como elemento crucial na ligação entre policiais civis e a defesa de Gritzbach.
Na última terça-feira (4), outro nome de peso entrou na mira dos investigadores: o delegado Alberto Pereira Matheus Junior, de classe especial, foi preso em operação da Corregedoria. Com passagens pelo Deic e Denarc, Matheus Junior é suspeito de manter ligações com o PCC e envolvimento em esquemas de corrupção.
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