Rocha e Rogério disputam um segundo turno em RO sem favoritismo; apoios regionais devem fazer a diferença
Via Painel Político

Marcos Rocha e Marcos Rogério vão disputar o segundo turno ao governo de Rondônia num clima de incertezas em ambos os lados. Rocha, que busca a reeleição, teve uma vantagem de pouco mais de 15 mil votos sobre Rogério. E o segundo turno vai ser apertado também. O apoio da bancada eleita vai fazer a diferença.
Rocha conseguiu eleger em seu grupo o ex-secretário de saúde, Fernando Máximo que registrou pouco mais de 85 mil votos, tem Lúcio Mosquini, reeleito com mais de 48 mil votos. A candidata do grupo ao Senado, Mariana Carvalho foi derrotada por Jaime Bagattoli, aliado de Rogério e deve ser seu principal cabo eleitoral.
A votação em primeiro turno serviu para mostrar a densidade eleitoral de Marcos Rocha, que apesar de ter largado na frente, não consolidou uma base de apoio tão sólida quanto achou que tinha. Já Rogério, que mantém um discurso mais conservador, mostrou que agrada o eleitor rondoniense. Além disso, vem mostrando grande capacidade de projetar-se nacionalmente. Como Bolsonaro está no segundo turno, vai ser difícil ele declarar apoio a um ou outro. Os apoios regionais é quem devem garantir a vitória, tanto de um lado, quanto de outro.
Léo Moraes (terceiro colocado) e Daniel Pereira (quarto) não manifestaram apoio a nenhuma das candidaturas. Moraes chegou a manter conversas com Rogério logo no início da disputa, mas não fecharam aliança e Pereira vem num embate longo com Rocha, além de ter concorrido tendo o PT como vice em sua chapa.
Os deputados estaduais eleitos, assim como os suplentes, deverão engrossar a campanha de ambos.
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