Sanções dos EUA contra Alexandre de Moraes são "arbitrárias", diz AGU
Uma decisão que desafia a soberania brasileira: entenda o caso e suas implicações

A decisão do governo dos Estados Unidos de impor sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com base na Lei Magnitsky, gerou uma forte reação do governo brasileiro. Nesta quarta-feira (30), o advogado-geral da União, Jorge Messias, classificou a medida como “arbitrária e injustificável”, destacando que ela representa um ataque à soberania nacional. Este é o segundo ato do governo americano contra Moraes, seguindo a revogação de vistos do ministro, de seus familiares e de aliados na Corte, anunciada em 18 de julho.
Contexto da Lei Magnitsky e as sanções contra Moraes
A Lei Magnitsky, criada nos Estados Unidos em 2012, permite a aplicação de sanções econômicas e restrições de visto a indivíduos acusados de violações de direitos humanos ou corrupção em qualquer parte do mundo. No caso de Alexandre de Moraes, as sanções estão relacionadas a decisões judiciais tomadas pelo ministro, especialmente no combate à desinformação e em inquéritos que investigam tentativas de desestabilização democrática no Brasil.
De acordo com a Agência Brasil, Jorge Messias afirmou:
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