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STF aprova criação do Parque Nacional Tanaru em homenagem ao “Índio do Buraco”

Medida visa preservar a memória do último indígena de sua etnia e proteger a Terra Indígena Tanaru, em Rondônia, contra invasões e desmatamento

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Na quinta-feira (11), o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou o Plano de Trabalho para a criação do Parque Nacional Tanaru, em Rondônia, uma iniciativa histórica para preservar a memória do “Índio do Buraco”, último integrante de uma etnia considerada extinta, falecido em agosto de 2022.

A decisão, liderada pelo ministro Edson Fachin, reforça a proteção da Terra Indígena Tanaru, localizada no sul do estado, e busca garantir a conservação ambiental, cultural e arqueológica da região.

Uma homenagem ao último Tanaru

O “Índio do Buraco”, apelidado assim por sua prática de escavar grandes buracos nas palhoças que construía, viveu em isolamento por quase 30 anos na Terra Indígena Tanaru, uma área de aproximadamente 8 mil hectares que abrange os municípios de Chupinguaia, Corumbiara, Parecis e Pimenteiras do Oeste.

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