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TJ do Maranhão enfrenta críticas após presidente transferir R$ 2,8 bilhões de depósitos judiciais para o BRB

Transferência de depósitos judiciais para o BRB gera questionamentos internos, críticas de desembargadores e atenção após histórico recente da instituição financeira investigado por órgãos federais

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O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) entrou no centro de uma controvérsia institucional após os desembargadores tomarem conhecimento de que o presidente da Corte, Froz Sobrinho, determinou a transferência de aproximadamente R$ 2,8 bilhões em depósitos judiciais do Banco do Brasil para o Banco de Brasília (BRB).

Segundo relato do próprio presidente, a decisão foi tomada de forma individual, com o objetivo de ampliar a rentabilidade dos recursos. De acordo com a justificativa apresentada, a aplicação no BRB estaria gerando cerca de R$ 15 milhões mensais em rendimento, valor significativamente superior aos aproximadamente R$ 3 milhões obtidos anteriormente com o Banco do Brasil. O magistrado afirmou que a diferença de receita permitiria ao tribunal cumprir compromissos financeiros, como indenizações e pagamentos a juízes, desembargadores e servidores.

A medida, no entanto, provocou reações internas. No dia 28 de janeiro, Froz Sobrinho reuniu os desembargadores para explicar a operação financeira e, segundo relatos, dividir a responsabilidade institucional pela mudança. O encontro foi marcado por divergências e trocas de críticas entre os membros da Corte.

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