Alcolumbre marca sessão remota e Hugo Motta ameaça suspender quem impedir acesso ao plenário
Tensão política paralisa o Parlamento enquanto líderes buscam soluções; entenda o que está em jogo

A crise política no Brasil ganhou novos contornos nesta quarta-feira (6), com decisões firmes dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para contornar a ocupação dos plenários por parlamentares oposicionistas.
Desde terça-feira (5), deputados e senadores aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro protestam contra a prisão domiciliar dele, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Diante do impasse, Alcolumbre optou por uma sessão remota, enquanto Motta marcou uma sessão presencial e ameaçou suspensões.
Contexto da crise e decisões no Senado
No Senado, Davi Alcolumbre anunciou que a sessão deliberativa de quinta-feira (7) será realizada de forma remota, uma medida para evitar a paralisação da pauta legislativa. Em nota à imprensa, ele declarou: "A decisão tem por objetivo garantir o funcionamento da Casa e impedir que a pauta legislativa, que pertence ao povo brasileiro, seja paralisada". Alcolumbre também reforçou sua posição contra tentativas de desestabilização, afirmando: "O Parlamento não será refém de ações que visem desestabilizar seu funcionamento. A democracia se faz com diálogo, mas também com responsabilidade e firmeza".
Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Por menos de um café por semana, leia sem limites.