Painel Rondônia

Após rombo de R$ 51,8 bi no FGC, BC flexibiliza regra do compulsório para aliviar sistema financeiro

Medida emergencial busca preservar liquidez do sistema financeiro enquanto instituições antecipam contribuições ao fundo garantidor após colapso do Banco Master e instituições vinculadas

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Banco Central do Brasil - foto Alan Alex

Em decisão publicada nesta terça-feira (3), o Banco Central do Brasil autorizou instituições financeiras a deduzirem das reservas compulsórias as contribuições antecipadas ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), medida que pode injetar até R$ 30 bilhões no sistema financeiro ao longo de 2026

A flexibilização visa mitigar o impacto da recomposição patrimonial do fundo após as liquidações extrajudiciais do Banco Master, Will Bank e Banco Pleno, que devem gerar desembolsos de aproximadamente R$ 51,8 bilhões para indenizar correntistas e investidores

Segundo comunicado oficial do Banco Central, a medida “confere às instituições financeiras discricionariedade para alocar a dedução entre os recolhimentos compulsórios incidentes sobre recursos à vista ou a prazo”, ampliando “a efetividade do instrumento e potencializa seu alcance”

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