Poder & Bastidores

Áudios, imagens e laudos: os pontos controversos no caso da soldado Gisele Alves em São Paulo

Materiais inéditos obtidos pelo Fantástico trazem depoimentos, gravações e perícias que levantam questionamentos sobre as circunstâncias da morte da policial militar Gisele Alves Santana

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Imagens de câmeras de segurança, áudios de ligações de emergência e depoimentos de socorristas obtidos pelo programa Fantástico, da TV Globo, trouxeram à tona detalhes ainda não esclarecidos sobre a morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, encontrada baleada na cabeça no apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, no bairro do Brás, região central de São Paulo, em 18 de fevereiro de 2026.

As gravações mostram os momentos que antecederam e sucederam o disparo, incluindo chamadas feitas pelo oficial aos serviços de emergência e o registro das câmeras de segurança do andar do prédio. O primeiro pedido de socorro foi feito por Geraldo Neto à Polícia Militar às 7h57. Na ligação, ele afirma: "Alô. É o tenente-coronel Neto, estou no Brás. A minha esposa é policial feminina, ela se matou com um tiro na cabeça. Manda um resgate, uma viatura aqui agora, por favor".

Minutos depois, o oficial também entrou em contato com o Corpo de Bombeiros: "A minha esposa se matou com um tiro na cabeça. Ela ainda está viva, ela está respirando", disse

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