Coluna Painel Político - Heuro deveria estar sendo inaugurado este mês, mas obras não passaram da fundação
E ainda, Benedito vai até o fim em sua candidatura a prefeito de Porto Velho; e possível futuro vice de Mariana é uma 'facada' em Marcos Rocha

30 meses
‘Estou muito feliz. É um sonho assinar esse contrato tão importante. A nossa luta para encontrar uma solução para entregar à população o Hospital de Emergência e Urgência de Rondônia começou em 2019, quando passamos a estudar modelos, e chegamos ao BTS que vai permitir que o hospital fique pronto em 30 meses, ou seja, dois anos e meio, ao contrário de um modelo tradicional que demoraria mais de dez anos’. A fala é do governador Marcos Rocha, dita durante assinatura do contrato com o obscuro consórcio Vigor-Turé, em 17 de janeiro de 2022, de acordo com publicação do próprio governo (clique aqui).
29 meses
Passaram-se desde então e o tão sonhado hospital segue sendo apenas um sonho, sem a menor precisão de ser concluído e entregue à população, que segue amontoada nos corredores do Pronto Socorro João Paulo II, um verdadeiro cenário de horror, que desafia diariamente os profissionais que atuam na linha de frente da saúde em Rondônia.
Pior
O principal responsável pela lambança, o agora deputado federal Fernando Máximo, eleito graças a superexposição obtida durante a pandemia de Covid19, faz cara de paisagem quando é abordado sobre o tema. Sem contar que o Estado de Rondônia jogou no lixo quase R$ 50 milhões que já haviam sido gastos nas obras que o próprio governo deveria ter feito. Se Rocha não tivesse caído na esparrela de apostar na conversa de Máximo, possivelmente as obras estariam mais próximas de serem concluídas, até porque nenhum parlamentar negaria destinar recursos de emendas para essa empreita.
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