Coluna - Senador Marcos Rogério 'engrossa o coro' por solução para compra de hospital pelo governo
Prefeito de Rolim pode ter apresentado certificado falso em matrícula de faculdade; Léo Moraes intensifica ajuda a ribeirinhos afetados pela cheia do Madeira

Dando ‘start'
O senador Marcos Rogério deu a largada (e o tom) para o processo eleitoral de 2026. Na última terça-feira, em postagem em seu perfil no Instagram, ele abriu a ‘caixa de Pandora’ ao provocar o governador Marcos Rocha, cobrando promessas de campanha no ‘dia da mentira'. Rocha retrucou acusando o senador de fazer ‘bullyng'. Rogério voltou em vídeo e já mandou “não é bullyng, é cobrança e faço isso todo dia aqui em Brasília". Discussões à parte, Marcos Rogério mostrou que está disposto a ir para a briga e a tendência é essa animosidade escalar nos próximos meses.

Vale lembrar
Que o governador está buscando uma cadeira no Senado, e tem pretensão ainda de eleger seu sucessor. Sérgio Gonçalves, o vice que pretende disputar o cargo, ainda não mostrou a que veio. Apesar de ter simpatia do chamado ‘setor produtivo’ e alguns empresários de outras áreas, vai ter que pedalar muito para chegar próximo da capilaridade de Marcos Rogério, que vem de uma longa (marcante e polêmica) carreira política. O senador é coerente com suas bandeiras, não chega a ser extremista e consegue dialogar com todos os setores. Gonçalves tem um perfil reservado e é desconhecido do grande público. E o eleitor costuma ir com quem já conhece…
Dá zero para ele professor
O prefeito de Rolim de Moura Aldo Júlio, que ficou nacionalmente conhecido por ter apresentado um certificado de conclusão de ensino médio falso à Justiça Eleitoral, também é suspeito de ter apresentado o mesmo documento para se matricular em um curso superior de Gestão Pública na Unifael. Ele apresentou, ao TRE no ato do registro de candidatura, uma declaração que ele é matriculado na instituição. O fato só piora ainda mais a condição dele perante a justiça, já que sua matrícula também deverá ser cancelada, se, de fato, ele usou o documento no ato de sua inscrição no curso. Sem contar que ele ainda confessou o crime, em entrevista a um programa de rádio, afirmou que ‘apresentou o certificado porque achou que o documento era quente'.
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