Compromisso democrático
Por Andrey Cavalcante*

Não é meramente honorífico, ao contrário do que possam crer alguns, o título de Membro Honorário Vitalício da OAB, que orgulhosamente ostento, pela honra de ter ocupado a Presidência da OAB por dois mandatos, que foram concedidos pela generosidade e confiança da advocacia rondoniense.
Cabe, contudo a nós, membro desse seleto grupo de ex-presidentes, a responsabilidade de usar nossa experiência de forma a contribuir para que dúvidas sejam dirimidas e rumos reorientados. E que sejam evitados os caminhos fáceis e via de regraequivocados das soluções simples e no geral simplórias para questões complexas.
Não por acaso substitui o título original deste artigo -“O Papel da OAB no Estado Democrático de Direito” – pelo que publiquei em 03/11/2017 – no qual aplaudi a escolha do nome do ex-presidente da OAB, Raymundo Faoro, como patrono da XXIII Conferência Nacional da Advocacia Brasileira. Foi, afinal, durante a VII Conferência Nacional da OAB, em 1978, que Faoro recebeu, do senador Petrônio Portela, então Ministro da Justiça, e do ministro do STF, Rafael Mayer, comunicado do general Ernesto Geisel.
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