Painel Rondônia

Denúncia de tortura em escola militar de Vilhena (Rondônia) gera polêmica e boletins de ocorrência

Pai acusa diretor de expor aluna ao sol como punição, enquanto direção rebate alegações e apresenta evidências contrárias

Compartilhar: WhatsApp X LinkedIn

Um caso controverso envolvendo uma suposta punição excessiva em uma escola militar de Vilhena, Rondônia, tem gerado debates acalorados e resultou em registros de Boletins de Ocorrência (BOs) de ambas as partes envolvidas. O incidente, ocorrido na Escola Almirante Tamandaré no dia 1º de outubro, levanta questões sobre métodos disciplinares e a implementação do modelo militar em instituições de ensino.

A. M., pai de uma aluna, denunciou que sua filha teria sido submetida a uma punição que ele classifica como "tortura". Segundo seu relato, a estudante foi forçada a permanecer sob o sol por aproximadamente 45 minutos, por volta das 14h, supostamente por estar com os cabelos soltos. O pai argumenta que a filha estava apenas arrumando o cabelo e não infringindo as regras escolares.

"Quando fui informado, imediatamente fui até a escola. Ao conversar com o pessoal da orientação, eles confirmaram que essa prática realmente acontece", afirmou A. M. em entrevista ao blog Extra de Rondônia. Ele expressou preocupação com os possíveis danos à saúde da filha, mencionando riscos como câncer de pele, além do impacto emocional causado pela situação.

Continue lendo

Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Por menos de um café por semana, leia sem limites.

Assinar agora — R$19,90/mêsJá sou assinante — Entrar
💬 Comentários

Carregando comentários…