Disputa pelo Senado em Rondônia pode surpreender os mais afoitos
Nomes de peso, testados nas urnas estão se organizando para entrar na briga

Um nome está posto para uma das duas vagas ao Senado nas eleições de 2026 em Rondônia, o do governador Marcos Rocha que não poderá ser candidato à reeleição. Historicamente os ex-governadores conseguem uma das cadeiras, mas isso nem sempre é um fato. Os dois últimos a governar Rondônia, conseguiram, Ivo Cassol e Confúcio Moura, sendo que este conseguiu o cargo numa vitória apertada contra Jaime Baggatoli, que conseguiu eleger-se em 2022.
No caso de Rocha, a eleição não será um passeio. Sua reeleição foi apertada, vencendo o senador Marcos Rogério em segundo turno por uma diferença de 43.092 votos, definida na última hora. Em 2026 estarão em jogo as vagas de Confúcio e Marcos Rogério, e ambos estão com boa popularidade junto ao eleitorado, cada qual com seu perfil, sendo que Rogério representa a direita e Confúcio está mais à esquerda, integrando inclusive a base de apoio à Lula no Senado.
Em 2026, além da possibilidade de ambos estarem buscando suas respectivas reeleições e Marcos Rocha querendo uma vaga, outro nome de peso pode entrar na disputa e agitar ainda mais o cenário. Trata-se de Jesualdo Pires (foto), ex-deputado estadual e ex-prefeito de Ji-Paraná, que quando deixou o cargo tinha uma das mais. altas taxas de popularidade da história da segunda maior cidade de Rondônia.
Jesualdo, desde então, afastou-se das disputas eleitorais, tratando de cuidar de suas empresas e vida pessoal, mas sem deixar a política e mantendo conversa com diversos grupos políticos.
Outro que. também pode vir à disputar uma das cadeiras é o atual prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, cujo futuro político, depende em parte de eleger Mariana Carvalho como sua sucessora. Se tiver sucesso nessa empreita, ele pode vir a disputar ainda o governo do Estado. E a própria Mariana, que se não conseguir eleger-se em 2024, é um dos nomes fortes ao senado em 2026.
Também não podem ser descartados nomes como do ex-senador Expedito Júnior, Léo Moraes e Jaqueline Cassol, irmã do ex-senador Ivo Cassol.