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Em meio a reestruturação, BRB busca aporte de R$ 8,8 bilhões para garantir índices de Basileia

A medida visa recompor o Patrimônio de Referência e assegurar solidez institucional após turbulências no setor bancário, prevendo uma capitalização que pode elevar o capital social para R$ 11,2 bi

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REUTERS/Adriano Machado

O Banco de Brasília (BRB) anunciou oficialmente a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para o dia 18 de março de 2026. A pauta central da reunião, que ocorrerá de forma exclusivamente digital às 10h, é a proposta da administração para um robusto aumento de capital social, que pode chegar ao montante de R$ 8,86 bilhões.

A operação financeira prevê a emissão de até 1,675 bilhão de ações ordinárias, com o preço fixado em R$ 5,29 por unidade. Para que o processo seja validado, o conselho estipulou um valor mínimo de subscrição de R$ 529 milhões. Caso a adesão seja máxima, o capital social da instituição saltará dos atuais R$ 2,34 bilhões para expressivos R$ 11,2 bilhões.

Fortalecimento de Capital e Índices de Basileia

Segundo o documento divulgado pela administração do BRB, a capitalização via equity (emissão de ações) é uma resposta direta à necessidade de fortalecer o Patrimônio de Referência (PR). O banco justifica que a alteração em seu perímetro prudencial e o aumento dos Ativos Ponderados pelo Risco (RWA) exigem uma base de capital mais sólida para manter o enquadramento nas normas do Banco Central do Brasil.

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