Flávio Dino no STF fortalece democracia – Por Andrey Cavalcante*
Via Painel Político

“O medíocre discute pessoas. O comum discute fatos. O sábio discute ideias”. Não é sempre verdade que o ensinamento do provérbio chinês se mostra terminativo. A indicação do ministro Flávio Dino de Castro e Costa para a vaga aberta em setembro no Supremo, com a aposentadoria da ministra Rosa Weber, ilustra bem o raciocínio. O elevado teor de acerto e estratégia política na indicação da pessoa. Seu sobejamente reconhecido saber jurídico, aliado à vasta experiência política, são fatos incontrastáveis. E, por fim, a excepcional costura política que, com certeza, irá resultar na aprovação do nome pelo Senado Federal, embora seja de se esperar uma interminável agitação da oposição na sabatina. De qualquer forma, toda a arquitetura da indicação resulta em uma excelente idéia para o fortalecimento do Supremo, para a democracia, para o país, para o governo e para o próprio Senado.
Dono de invejável carreira pública, Flávio Dino é natural de São Luís/MA, onde nasceu em 30 de abril de 1968, filho dos advogados Rita Maria e Sálvio Dino. Formou-se em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em 1991 e se graduou mestre em direito constitucional pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE) em 2001. Tornou-se professor da UFMA em 1994. No mesmo ano, foi No ano de 1994, foi aprovado em primeiro lugar em concurso para o cargo de juiz federal, que exerceu no Maranhão por 12 anos. Presidiu a Associação Nacional de Juízes Federais (Ajufe) entre 2000 e 2002. E foi secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
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