Institucionalização em xeque: Bitcoin cai para US$ 63 mil e acende alerta em Wall Street
A maior criptomoeda do mundo rompe ciclos históricos de valorização e enfrenta pressão de venda institucional, temores sobre computação quântica e migração de capital para mercados preditivos
O mercado de criptoativos atravessa um de seus momentos mais desafiadores desde a sua criação. O Bitcoin, a principal e mais antiga moeda digital do mundo, entrou em uma espiral de desvalorização que já acumula perdas de 27% apenas nos primeiros meses de 2026. Se comparado à máxima histórica atingida em outubro de 2025, o ativo já retrocedeu 50% de seu valor.
Diferente de crises anteriores, o cenário atual é marcado por uma forte conexão com o sistema financeiro tradicional. A institucionalização do ativo, que outrora foi vista como um pilar de estabilidade, agora expõe a criptomoeda à volatilidade de Wall Street.
Ruptura de ciclos e liquidação no Mercado de Futuros
Historicamente, o Bitcoin seguia ciclos de quatro anos atrelados ao halving (evento que reduz a emissão de novas moedas). O padrão consistia em três anos de alta seguidos por um de correção severa. Contudo, em 2025, a moeda encerrou o ano com queda de 6%, mesmo após atingir recordes em outubro.
Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Por menos de um café por semana, leia sem limites.