Léo Moraes e o desafio de reerguer Porto Velho: um trabalho hercúleo contra décadas de abandono

Porto Velho chegou ao fundo do poço. A capital rondoniense amarga, segundo o Índice de Progresso Social (IPS) 2024, a última colocação entre todas as 26 capitais e o Distrito Federal quando se trata de qualidade de vida. Um diagnóstico duro, mas que retrata com fidelidade a herança de mais de duas décadas de abandono, omissão e gestões ineficientes, que jamais tiveram a coragem ou competência para mudar a realidade do nosso povo.
Claro que esse jogo de décadas de gestões desastrosas não podem ser sanadas em 7 meses de mandato, e, por isso, o trabalho que o prefeito de Porto Velho vem desempenhando desde que assumiu o comando da cidade pode, sim, ser chamado de hercúleo. Não se trata apenas de fazer obras — trata-se de reconstruir a autoestima de uma população que já havia perdido a esperança.
Ao lado de sua equipe, Léo tem enfrentado de frente os entraves estruturais, o sucateamento dos serviços públicos, a precariedade urbana e o descrédito institucional que se instalaram em Porto Velho. E faz isso com planejamento, ação e diálogo. Em vez de lamentar o retrato sombrio pintado pelos governos anteriores, arregaçou as mangas e deu início a um verdadeiro processo de resgate social e urbano.
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