Lessa apontou mandantes, motivações e recompensas para assassinar Marielle; leia os detalhes do plano, relatório da PF e decisão do STF
Caso foi encerrado neste domingo, segundo o ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, após a prisão dos mandantes delatados pelo ex-policial.

O assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) começou a ser arquitetado pelos irmãos Brazão no segundo semestre de 2017, diz relatório da Polícia Federal enviado ao Supremo Tribunal Federal.
Os detalhe foram revelados na delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, responsável pelos disparos que matou a parlamentar, em março de 2018.
A colaboração resultou na prisão do conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Domingos Brazão, do deputado federal Chiquinho Brazão (União) e do delegado Rivaldo Barbosa, ex-diretor da Divisão de Homicídios do Rio e ex-chefe da Polícia Civil. A Operação Munder Inc. foi autorizada pelo STF no domingo 24.
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