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Moraes mantém prisão de general acusado de planejar assassinato de Lula e autoridades

Plano "Punhal Verde Amarelo" previa execução do presidente, vice e ministro do STF como parte de tentativa de golpe de Estado

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve nesta segunda-feira (3) a prisão preventiva do general Mario Fernandes, ex-secretário executivo da Secretaria-Geral da Presidência durante o governo Bolsonaro. O militar é acusado de participar de um elaborado plano golpista que incluía o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do próprio ministro Moraes.

Detalhes da investigação

Segundo investigações da Polícia Federal, o plano, denominado "Punhal Verde Amarelo", foi descoberto durante a Operação Tempus Veritatis, deflagrada em novembro de 2024. Documentos apreendidos revelam que o general teria elaborado e impresso o plano dentro do próprio Palácio do Planalto, prevendo o uso de metralhadoras e explosivos para a execução das autoridades.

Tentativas de libertação

A defesa do general Mario Fernandes tentou, em diferentes ocasiões, conseguir a revogação da prisão preventiva:

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