Poder & Bastidores

Morte de influenciadora em casa de defensor público: Exumação busca provas de violência física

Após contestação do Ministério Público sobre laudo de infarto, exumação de Bárbara Jankavski busca identificar possíveis sinais de esganadura e material genético sob as unhas da vítima

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A investigação sobre a morte da influenciadora digital Bárbara Jankavski Marquez, de 31 anos, conhecida nas redes sociais como “Barbie Humana” ou “Boneca Desumana”, tomou um novo rumo jurídico e pericial. Na última terça-feira (3), o corpo da influenciadora foi exumado no Cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste de São Paulo, por determinação da Justiça. O objetivo é realizar uma necropsia complementar no Instituto Médico Legal (IML) para sanar dúvidas sobre a real causa do óbito.

O caso ocorreu originalmente em 2 de novembro de 2025, na residência do defensor público Renato De Vitto, localizada na Lapa, Zona Oeste da capital. Embora o laudo preliminar e o inquérito inicial do 7º Distrito Policial (Lapa) tenham apontado morte acidental por infarto decorrente do consumo de entorpecentes, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contestou as conclusões, levantando a hipótese de morte violenta.

Indícios de violência e divergências periciais

A Promotoria fundamentou o pedido de exumação com base em fotografias e relatos que indicam a presença de manchas e lesões no pescoço de Bárbara Jankavski, compatíveis com asfixia mecânica ou esganadura. Além das marcas no pescoço, advogados da família e promotores citam ferimentos nos olhos e nas pernas que não foram detalhados como agressões no primeiro exame do Instituto de Criminalística (IC).

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