Radar do Judiciário

MPGO ajuíza ação contra WePink de Virginia Fonseca por práticas abusivas em vendas de lives

Promotoria exige suspensão imediata de promoções ao vivo e indenização milionária em defesa de consumidores lesados

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O “Ministério Público de Goiás” (”MPGO”) protocolou uma Ação Civil Pública contra a WePink, marca de cosméticos fundada e promovida pela influenciadora “Virginia Fonseca”, solicitando medidas urgentes para coibir práticas abusivas identificadas nas vendas realizadas durante lives no perfil da empresária. A iniciativa, ajuizada recentemente, visa proteger os direitos de milhares de consumidores que relataram problemas graves com entregas, reembolsos e atendimento da empresa, acumulada em um volume alarmante de queixas.

De acordo com a promotoria, as irregularidades incluem atrasos de até sete meses na entrega de produtos, envio de itens defeituosos ou diferentes do anunciado, falta de resolução de demandas via canais automatizados e até remoção de críticas negativas em plataformas de avaliação.

O “MPGO” destaca que os sócios da WePink admitiram, em uma live, a venda de produtos sem estoque suficiente para atender a demanda, configurando publicidade enganosa e agravando a vulnerabilidade de um público jovem, atraído pela imagem de confiança da influenciadora.

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