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Ofensiva contra privilégios: Entenda o julgamento do STF que pode vetar adicionais milionários

Em sessão decisiva nesta quarta-feira, o plenário do STF avalia liminar do ministro Flávio Dino que suspende remunerações acima do teto constitucional, impactando diretamente o orçamento público

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O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta quarta-feira (25/2) se ratifica a medida liminar concedida pelo ministro Flávio Dino, que determinou a suspensão dos chamados “penduricalhos” — verbas indenizatórias e gratificações que permitem que servidores da elite do funcionalismo público recebam valores muito acima do teto constitucional. Atualmente, o limite remuneratório no país é de R$ 46.366,19, valor correspondente ao subsídio dos ministros da Suprema Corte.

Histórico e contexto da decisão

A movimentação institucional para conter os “supersalários” ganhou tração nas últimas semanas através de uma série de medidas coordenadas entre os poderes: