Operação da PF prende banqueiro Vorcaro por suspeita de milícia privada e corrupção no Banco Central
A decisão do ministro André Mendonça detalha um esquema de corrupção, monitoramento ilegal de autoridades e coação de jornalistas que teria causado prejuízos bilionários ao sistema financeiro nacional

Uma operação de grande envergadura da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta quarta-feira (4), resultou na prisão do banqueiro Vorcaro. A medida foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, fundamentada em evidências de organização criminosa, lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro e obstrução de justiça.
De acordo com o despacho judicial, o grupo liderado por Vorcaro teria operado um esquema complexo que não apenas lesou os cofres públicos em cifras bilionárias, mas também estruturou uma rede de intimidação e espionagem para garantir a impunidade dos envolvidos.
A milícia privada “A Turma”
As investigações da PF revelaram a existência de uma estrutura denominada “A Turma”. Segundo o documento oficial, o grupo funcionava como uma “milícia privada” voltada ao monitoramento ilegal de adversários políticos, autoridades públicas e profissionais da imprensa.
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