Painel Rondônia

Suspeita de favorecimento à Sistemma surge em análise de contrato de lixo de Porto Velho; prefeitura vai dar 'cheque em branco'

Análise de documentos oficiais aponta omissões na justificativa para substituir o Consórcio EcoPVH pela Sistemma na coleta de lixo, levantando dúvidas sobre isonomia e equilíbrio financeiro na capital

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O contrato de coleta de lixo em Porto Velho passou por turbulências desde 2025. Inicialmente, a gestão anterior firmou acordo com a Marquise Ambiental, anulado pela atual administração após decisão do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) por ‘irregularidades insanáveis’.

Em seguida, veio o Contrato Emergencial nº 028/PGM/2025 com o Consórcio EcoPVH (formado por ECOFORT Engenharia Ambiental Ltda. e SUMA Brasil Serviços Urbanos e Meio Ambiente S/A), iniciado em 31 de outubro de 2025 por ordem judicial do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), que suspendeu liminares anteriores para garantir continuidade do serviço essencial.

Falhas operacionais do Consórcio EcoPVH

Desde o primeiro dia, o Consórcio EcoPVH enfrentou graves problemas. A Secretaria Municipal de Infraestrutura (SEINFRA) e a Agência Reguladora ARDPV registraram 4.398 ocorrências de falhas até janeiro de 2026, incluindo ausência de coleta por mais de 72 horas, acúmulo de lixo, transporte irregular de resíduos hospitalares infectantes, interrupção da coleta seletiva e inoperância do incinerador municipal.

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