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Trump e o espectro do autoritarismo: como a democracia americana e Sul-americana enfrenta ameaças

A ascensão de um estado militar, a erosão das instituições democráticas e os ecos de crises passadas marcam a segunda gestão de Trump, com impactos que reverberam até a América do Sul

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Escócia, em 29 de julho de 2025 — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

A segunda presidência de Donald J. Trump, líder do Partido Republicano, iniciada em 20 de janeiro de 2025, tem sido marcada por controvérsias que vão além da política, incluindo sua saúde debilitada, o uso de tarifas como ferramenta de pressão e ações que desafiam as instituições democráticas dos Estados Unidos.

Diagnosticado com insuficiência venosa crônica (IVC), Trump enfrenta uma condição que, embora comum, exige cuidados contínuos. Suas políticas, como a imposição de tarifas para pressionar opositores, a militarização do governo e tentativas de intervenção na Venezuela, têm gerado preocupações sobre a erosão da democracia, com ecos de crises como a invasão do Capitólio em 2021.

Esses movimentos reverberam na América do Sul, onde sua influência ameaça democracias frágeis.

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